Criar uma ferramenta SaaS com IA: transformar um problema de negócio em produto
A IA permite desenvolver mais depressa. Mas o ponto de partida de um bom SaaS não é a inteligência artificial: é uma fricção.
Insights
E-commerce, marketplaces, tecnologia, supply chain, produto, inteligência artificial e empreendedorismo: partilhamos as nossas análises, métodos e lições aprendidas sobre os temas que enfrentamos no dia a dia.
Dossiê — Build with AI
A inteligência artificial torna-se realmente interessante quando sai da demonstração e entra nas operações. Automatizar uma tarefa repetitiva. Centralizar informação dispersa. Gerar um documento. Analisar dados. Ajudar uma equipa a decidir. Ligar várias ferramentas.
Descobrir o dossiêA nossa abordagem parte de uma pergunta simples:
Que problema de negócio queremos resolver?
E só depois:
Que tecnologia devemos construir?
A IA permite desenvolver mais depressa. Mas o ponto de partida de um bom SaaS não é a inteligência artificial: é uma fricção.
Compras, supply chain, e-commerce, marketplaces, vendas, serviço ao cliente, finanças: estes ambientes ricos em dados são particularmente adequados à automatização.
Hobbies criativos, atividades manuais, personalização: como a Wellkitch constrói progressivamente a sua oferta num mercado com muitas referências.
A pergunta errada: «Que postos substituir?» A certa: «Que tarefas impedem as nossas equipas de fazer bem o seu trabalho?»
Uma empresa não precisa de um novo software. Precisa de resolver um problema. As 7 etapas: Discover → Map → Scope → Build → Test → Deploy → Improve.
Concorrência, catálogos volumosos, preços vigiados: a distribuição high-tech é exigente. A Soundswealth responde com uma estratégia multicanal.
Construir um produto digital não deveria começar com seis meses de especificações. A nossa abordagem privilegia ciclos curtos. Build small. Learn fast. Improve continuously.
O custo depende menos da palavra «SaaS» do que daquilo que o produto deve realmente fazer. Ordens de grandeza, do enquadramento ao SaaS estruturado.
Amazon, Fnac, Darty, Boulanger, Orange, Leroy Merlin: audiências já constituídas. Mas será que deve mesmo vender lá? Depende da sua estratégia.
Antes de adicionar uma nova plataforma, observe o seu dia: repetições, introduções duplicadas, ficheiros Excel críticos, copiar-colar, decisões lentas.
Nem tudo merece ser desenvolvido. Comprar quando a necessidade é standard, construir quando o processo se torna específico — e a terceira via: Build + Integrate.
Abrir uma conta marketplace não é uma estratégia. O verdadeiro trabalho começa antes mesmo da primeira colocação online.
Uma ferramenta interna não precisa de gerar faturação para ser rentável: tempo, erros, prazos e custos operacionais também contam.
Muitos softwares de negócio começam sem programador: com uma folha de cálculo. Quando o ficheiro se torna crítico, talvez mereça a sua própria ferramenta.
Estar presente na Amazon e ter sucesso na Amazon são duas coisas diferentes. Audiência, catálogo, FBA, rentabilidade: os fundamentos.
Fnac, Darty, Boulanger, Orange, Leroy Merlin: para além da Amazon, plataformas especializadas podem corresponder melhor ao universo de uma marca.
Tecnologia, cultura, universos de grande consumo: a Fnac pode ser um canal particularmente interessante — desde que trabalhe o catálogo em função do seu ambiente.
Eletrónica, equipamento, casa: o universo Darty interessa naturalmente a muitas marcas. A coerência de produto acima de tudo.
A chegada a um marketplace apoiado por uma insígnia reconhecida abre oportunidades — desde que o acesso a este novo canal seja preparado.
Um canal especializado coerente para a eletrónica e o equipamento — mas a coerência setorial não garante automaticamente as vendas.
Casa, remodelação, equipamento: um marketplace especializado como o Leroy Merlin dá acesso a uma audiência particularmente coerente.
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