Amazon, Fnac, Darty, Boulanger, Orange, Leroy Merlin e muitas outras plataformas permitem hoje às marcas e distribuidores aceder diretamente a audiências já constituídas.
Mas será que deve mesmo vender nos marketplaces? A resposta depende da sua estratégia.
A primeira vantagem: a audiência
Construir uma audiência do zero custa tempo e dinheiro. Um marketplace já tem visitantes, notoriedade e um ambiente de compra conhecido do consumidor. Posiciona a sua oferta onde já existe intenção de compra.
Testar um produto mais rapidamente
Os marketplaces podem também tornar-se um formidável laboratório. Um produto funciona? A que preço? Que ficha converte melhor? Que produtos são devolvidos? Que modelos geram mais procura?
Estas informações permitem depois melhorar a estratégia global.
Diversificar as receitas
Depender de um único canal representa um risco. Uma alteração de algoritmo, uma suspensão, uma subida dos custos publicitários ou uma evolução das condições comerciais pode afetar rapidamente a atividade. Desenvolver vários canais reduz esta dependência.
Mas os marketplaces também têm restrições
Vender mais não significa necessariamente ganhar mais. É preciso ter em conta: as comissões; a logística; as devoluções; as promoções; a publicidade; os custos operacionais; a sincronização de stocks; o serviço ao cliente; as exigências próprias de cada plataforma.
O verdadeiro indicador: a rentabilidade
A faturação é visível. A rentabilidade muito menos. Uma estratégia marketplace eficaz deve seguir a margem real por produto, canal e encomenda.
A boa pergunta não é: «Quanto vendemos?» Mas sim: «Quanto ganhámos realmente?»
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